m/referência: CGD

[eis o email que acabei de enviar para a CGD; faz parte das minhas cláusulas contratuais gerais não “comer e calar”]

vexas,

Em referência à mensagem infra, e tendo em conta a minha exigência de encerramento da conta, informo o seguinte (sendo certo que não vos contactarei via qualquer endereço na internet):

a) A conta será encerrada no mesmo local onde foi aberta, no meu escritório, onde uma funcionária v/ do ex-BNU se deslocou por sua iniciativa.

b) Sendo certo que mudei de escritório, assim como a agência supra referida já não existe, a morada para o efeito é a infra referida no timbre, devendo ser marcada para o efeito uma reunião, nos exactos moldes em que sucedeu aquando da abertura de conta.

c) Relativamente ao pagamento da Via Verde, remeto para a minha comunicação inicial, que deu origem a este email. Bem sei que não olham a pessoas e a cortesia vos é arredia, mas não serão vexas a fazer de mim um número.

d) Mais informo que, oportunamente, pelas razões que explicito na comunicação original, dirigida ao “Assistente Comercial” (…) (a quem darei nota desta comunicação na vossa plataforma), vos remeterei darei nota dos meus honorários (…) (durante mais de três anos, retirei do Citius e remeti para vexas centenas de notificações). “Solicito que procedam ao seu pagamento com a maior urgência”.

e) No que tange à alínea que antecede, remeto para o instituto do enriquecimento sem causa, cujos termos poderão consultar no Código Civil, e não em obscuras cláusulas contratuais gerais (vide alínea seguinte).

f) Enviem-me as condições gerais a que se referem nos três pontos em rodapé do v/ email, obviamente assinadas por mim e pela co-titular (de quem tenho procuração que exibirei nas condições referidas na alínea a)).

g) No que respeita à carta vexatória e intimidatória em anexo, alerto que caso procedam a qualquer comunicação ao Banco de Portugal, agirei civil e penalmente contra a CGD e contra os subscritores da comunicação. Creiam que o farei e vos imputarei eventuais danos que advenham do v/ acto.

h) Sem prejuízo da alínea que antecede, solicito o envio de factura discriminada (ao cêntimo), por forma a que eu possa aferir dos € 27,94 que alegam que vos devo, quer a título de capital, quer a título de comissões.

i) Igualmente sem prejuízo de tudo o que antecede, informo que ponderarei participar criminalmente contra a CGD e contra os subscritores da carta anexa — dar-vos-á oportunidade de fazer prova da minha condição de “consumidor endividado”.

j) “Estou disponível para o esclarecimento de qualquer dúvida”, por esta via ou pelas referida em a) e b).

Mutatis mutandis, foi esta v/ atitude que conduziu à actual situação da CGD. O absoluto desprezo pelo homem em favor dos números. Lamento não poder retribuir a vossa “simpatia”, a que aludo em i) indicando-vos um www.imparidades.pt / http://www.​regabofe.pt.

Aguardo o cumprimento de cada alínea e reitero com especial ênfase as alíneas g) e i).

PS – Obviamente, vexas estão a complicar um caso que poderia ser simples. Não ligarei para número algum, não me deslocarei a agência alguma. Encerrem a conta. A minha arrogância é toda vossa! Rebobinem e verifiquem quão simples era o meu pedido inicial.

[Esta comunicação, da qual darei nota pública, é isenta de comissões]

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97 páginas para acrescentar ao seu cv, diogo queiroz de andrade.

tiro no péTentei publicar as palavras abaixo, assim como o anexo (em rodapé), na página do director-adjunto do Público, diogo queiroz de andrade. Porém, o indivíduo, após levar porrada de criar bicho, fechou os comentários. Imagino que o próximo passo seja apagar o post. Para que não se perca, para ajudar à urgente regeneração do Público, aqui fica. Com a devida vénia aos truques da imprensa portuguesa.

Não vá o Facebook (ainda ontem aconteceu com o Público) ter algum tanglomanglo e perder-se um dos maiores feitos… falta-me aqui o adjectivo, mas a substância é tanta e tão elucidativa…

vexa logrou virar o avesso do avesso, não perdendo de vista o objectivo (cumprido!) de jurar um jornalismo às avessas sem ter reparado, o que não é simples. Aqui escreveu com outra cara?, que não a de subdirector do Público? Isso não existe. Só no pequeno grande mundo de vexa, vestido de alumínio e marfim. Mas imagino que até vexa já tenha alcançado isso.

Parabéns por esta obra prima, homenzarrão. Um conselho: antes de afrontar alguém, tire-lhe as medidas. Olhe-lhe os dentes.

Agora clique no link e leia por aí abaixo. E, repare, não foram Os truques da imprensa portuguesa (parabéns a eles!). Foi vexa. Sozinho, pá. E isso tem imensa piada. O que faz de vexa um truque assumido; um auto-truque. Não precisa que o desvelem.

PS (calma, diogão, não é esse) – Ganda malha, Pedro Bragança. A vossa página, o teu comentário… mas atentem, que eles andam tão “atentos” que se revelam sozinhos (e esse é o vosso mérito!).

[O parágrafo seguinte, tendo em conta o meu nome lá em cima, perde algum sentido, mas opto por manter o comentário tal como era para ser publicado]

Quase me esquecia de assinar, porra. O que apenas faço para que o enorme Diogo não perca tempo a encontrar-me, naquele jornalismo de investigação tamanho, e acabe por confundir-me com os Truques. Eles estão muito acima. Eu só faço colecção de cromos (cumprimentos ao paulo pinto mascarenhas).

Cliquem neste link para aceder às 97 páginas referidas no título. E não precisas de agradecer, diogo. Não mereces menos.