A eficiência do genocídio Angolano e “a nossa princesa” Isabel 

Uma “mulher” que subiu a pulso na vida.

A pulso de milhões de angolanos que morrem por ela (leia-se: mortos-matados por causa dela e do papá –- assassinados pelo papá e por ela). E não, não há relativismo cultural que justifique esta forma de cleptocracia de braço dado com este genocídio, ainda por catalogar na subespécie.

Eficiência!

A pulso de uma “mulher” tremendamente independente do papá (assim se diz, a princesa), mas que lhe serve de offshore.

Eficiência!

A pulso da cobardia de Portugal, que aceita ser máquina de lavar dinheiro sujo.

A pulso. E eficiência!

A pulso de uma ditadura sem perdão e que em devido tempo terá o castigo. Castigo num Estado que um dia será de Direito Democrático, entenda-se. A oportunidade de ser julgado, julgado de verdade, algo que quem hoje grita “Liberdade” não tem,  em Angola.

Não há aqui meias-tintas. Já chega dessa coisa do “há que perceber que as realidades são diferentes”. Não há diferença que sustente este fartar vilanagem homicida. Já chega de aceitar tanto pulso. Tanta eficiência.

E estas palavras não serão lida pelos presos políticos do regime.

Regime que, a pulso da mistura dos poderes executivo, legislativo e judicial, chafurdados num só, enfiou na prisão quem dessa chacina ousa discordar.

Eficiência!

E Portugal disse nada, que a puta da finança está acima de tudo. Não é possível pactuar com esta merda, por um um segundo de silêncio que seja. E nem ousem pensar que isto é um acto de coragem. Coragem é, dizem as sentenças que o presidente dita aos juízes-soldados, dizer “não!” em Angola. E levar com cinco anos de cadeia. Isso é coragem, sim.

Coragem é viver lá, e erguer o peito contra quem te rouba o país e te impede os filhos e te mata as gentes e está pronto a morrer para poder falar; (também) para o mostrar ao mundo que insiste na cegueira, na mudez, na surdez.

E na cumplicidade. Ou falas ou calas! Se nada dizes, pactuas. És cúmplice!

O que digo daqui não é coragem. Aqui eu posso ainda ler um livro e não ser preso por isso.

O que não posso de todo é ser cúmplice silente desta merda.

A princesa é eficiente, sim. Agora clama também pela transparência.

Eis o meu contributo.

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One thought on “A eficiência do genocídio Angolano e “a nossa princesa” Isabel 

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