Há que inventar cravos com espinhos!

DemocraciaNão discuto Democracia, verdades e mentiras com os papagaios dos papagaios deste regime fascista mascarado de democracia. Não os legitimarei com conversas, respeitos e abraços. Deles já tudo sei. Basta olhar o que resta deste país. A minha voz é a minha voz. Parafraseando o Zeca, eu sou o meu Comité Central. E sou (tempos houve em que assim não era) e serei sempre visceralmente de esquerda. Como há dizia, há poucos dias, o Miguel Esteves Cardoso (não pasmem), em resposta a um dos papagaios atrás referidos:

“Como conservador e estudante sou obrigado a reconhecer que devemos todas as poucas democratizações (da saúde, da educação e do sufrágio universal) às exigências da esquerda mais ou menos social-democrata, socialista ou comunista.
A realidade, por acaso, é sempre, sempre, invariavelmente, de esquerda. Olhem para a enorme maioria e multidão dos pobres e comparem-na com a pequeníssima minoria dos ricos. Descubra as diferenças. Por muitas que sejam, é impossível detectar todas. JMT enganou-se e não foi pouco. A realidade é a realidade. Outra coisa é o poder. Os ricos têm sempre mais poder sobre os pobres. Sobretudo se os pobres lhes devem dinheiro.”

Daqui até Outubro não baixarei a guarda. E daqui até ao fim não deitarei a toalha ao chão. E vale tudo, menos ser fascista; sendo certo que censurar um fascista, ou um adepto deste regime que invoca o respeito que não lhe tenho, não é censura. É higiene. E na minha casa entra apenas quem eu quero. Sou tão mau assim. A realidade ensinou-me, de forma crua, a não dar abébias. O 25 de Abril pecou por excesso delas, e esta realidade é a prova dissoHá que inventar cravos com espinhos.

Não que de tal careça, mas o que resta da Constituição legitima-me. E, assevero, sei-a de cor(ação). Espero mesmo ter sido claro. Não voltarei a esta conversa. E, doravante, serei tão meigo com o paf y sus muchachos quantos eles foram com Portugal. Fui claro? Posso ser ainda mais. Não discutiria Democracia com Hitler ou Staline, Mao (leram bem) ou Franco, Mussolini ou (e este fez o papel a que o paf! ora se dedica) Pétain. Não discutiria Democracia com Putin ou Poroshenko. Mas estou pronto a fazer pela Democracia e a lutar por ela à moda do Che. Não discuto Democracia com os papagaios do paf!, que se serviram dela para nos tirar dela. Discuto-a com Democratas. O que não exclui o que resta da Direita (existe, sim!; não confundir com o paf!)

Ainda mais confusos? Fui ainda menos claro? Contradisse-me ao misturar ali uma duas vacas sagradas? Quando digo que tudo farei pela Democracia, a minha ideia é simples. Mas eu explico de novo. Tudo farei pela Democracia! Eventuais contradições estão nas vossas cabeças.

Como disse lá acima, há que inventar cravos com espinhos! Aprender com o passado, ter memória, limpar e seguir em frente. E o caminho passa (também) pelo da imagem. A luta pela Democracia está (também) na ponta dos nossos dedos. Embora já tenha dito nas ruas algo como o que aqui disse, não duvido que a Revolução se faz a cada texto, a cada palavra palavra escrita. Hoje por hoje, tudo começa aqui. E acaba nas Ruas. 

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