Paulo Rangel faz de procuradores e juízes paus mandados do governo que estiver em funções.

Excelente análise de Estrela Serrano. Há que agradecer ao rangel a matéria prima. E a supina estupidez.

VAI E VEM

Paulo Rangel univ verão

Paulo Rangel, deputado europeu e figura proeminente do PSD, fez hoje na universidade de verão do seu partido um ataque descabelado à justiça. Querendo atingir António Costa e o PS, saíu-lhe o tiro pela culatra. Ao perguntar aos jovens que o escutavam se  “Alguém acredita que se os socialistas estivessem no poder haveria um primeiro-ministro sob investigação?”, Rangel diz várias coisas ao mesmo tempo:

  1. que José Sócrates foi investigado e está preso porque o PSD (e o CDS) estão no governo. Logo, dá razão à tese do próprio Sócrates de que é um preso político;
  2. que a justiça é controlada pelos governos e só investiga políticos quando os partidos a que pertencem não estão no governo;
  3. que Passos Coelho não foi investigado nos casos Tecnoforma e dívidas à Segurança Social porque o PSD está no governo;
  4. que Paulo Portas não foi investigado no “caso submarinos” porque o CDS está no…

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Mais exemplos para quem ainda não percebeu onde está metido

Em boa hora a coligação [união nacional II] resolveu marrar com o Pacheco Pereira, ao mandar os notinhas (desta vez o corrector ortográfico esteve bem) colocar aquele cartaz. Agora vão ter de levar com ele, em grande. E eu agradeço. A Democracia também.

A Estátua de Sal

(José Pacheco Pereira, in Sábado, 28/08/2015)

Pacheco Pereira             Pacheco Pereira

Como se fazem as coisas

Veja-se como se fazem as coisas. Na semana passada houve um evento patrocinado pelo Governo, uma conferência de imprensa “destinada a apresentar as conclusões de uma reunião com os organizadores da conferência mundial de tecnologias de informação WebSummit, no âmbito da candidatura de Portugal para acolher o evento nos próximos anos.” Tudo boas intenções.

Foi Paulo Portas a fazer a conferência e preveniu alguns jornalistas amigos de que iria falar da revisão das contas dos economistas do PS, que incluíam a previsão de que, segundo o modelo do PS, poderia haver uma recuperação de 207.000 empregos até ao final da próxima legislatura. (Alguém explica ao PS que não pode deixar os seus economistas à solta, tão técnicos e apolíticos ao ponto de não saberem que um partido que tem no seu passado cartazes prometendo 150.000 empregos…

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Votem coelho, pela boa saúde dos reformistas

Imagino que os reformistas sejam o pessoal destas reformas neo-fascistas, que há quatro anos nos retalham. As lobotomias laranja, desde cedo, por vezes levam a verdade à boca (há sempre um ou outro neurónio que resiste). Já os reformados e os pensionistas têm a oportunidade de dizer sim a mais cortes, a mais austeridade, a menos SNS. Basta votar paf! E os reformistas continuarão isentos [cliquem na imagem para ver o vídeo do Luís Vargas]. Resta dizer que não há nada que enganar, quando se assume que há que enganar, como bem explicou joão almeida, candidato do cds por Aveiro: “Sem mentir não se ganham eleições”.

reformistas

A pujança analítica dos neo-“jornalistas”

Abri o “artigo” porque o resumo me despertou curiosidade. E já estava a pensar que o tipo tinha apanhado algum vírus benigno, quando de repente me deparo com esta declaração.

“Eu sou a favor da privatização da TAP. E também sou a favor da concessão dos transportes públicos de Lisboa e do Porto, até porque sou utente e já não aguento mais greves do metro.”

Reparem na razão, aqui primeira, que leva o infeliz a ser contra a privatização de que fala. É desta massa que é feita alguma direita; egoísmo sórdido e indisfarçado, ausência cerebral. Ele lá quer saber se a privatização é ou não favorável aos interesses do Estado. Ele só não quer é ser incomodado pelas greves, sem se preocupar em sequer saber o que as origina.

É certo que o pequeno homem acaba por discordar desta privatização, mas pelo timing e pela forma. Mas isso qualquer batata com olhos percebe. Menos o governo, que está em cumprimento de empreitada. Se falha prazos, leva com o dono da obra.

Ia-me esquecendo de nomear o “cgonista”; joao miguel tavares. Diz que é jornalista. E alinha letras no Público. O que é uma maçada… para o Público. Hoje até resolveu atacar uma decisão do governo; convém parecer sério, uma vez por outra.

Se os carros andassem a merda, os pobres não tinham cu…

“(…) o preço do crude caiu mais de 50 por cento nos últimos 12 meses. Mas enquanto isso o preço da gasolina só desceu 4% por cento e o do gasóleo cerca de 10%. O problema, além dos números serem avassaladores, é que a explicações parecem muito pouco convincentes. (…)” [Expresso]

O capital reinventa-se e, ao contrário que defendem as teses da autofagia do capitalismo, segundo as quais o dito se auto-extinguirá, a verdade é que a religião do vil metal, como bem assinalou Mariana Mortágua, na entrevista ao Expresso, sai mais forte de cada crise, ou não as criasse e vivesse delas. O deus capital não se come nem se deixa comer, come-nos. Devora-nos.

Se os carros andassem a merda, os pobres não tinham cu… mas teriam carro.

The Greek Plan for Growth & Recovery: Two documents the Ministry of Finance tabled in May and June 2015

During the five months of negotiations that I was involved in, and prior to our government’s cave-in following the 5th July referendum, the press was accusing our government in general and me in particular that “we had no plan for reforming Greece”. When talking to the press, Eurogroup colleagues and troika representatives kept repeating, ad nauseum, that they “did not know what the Greeks were proposing”.

The truth is that they knew perfectly well what we were proposing. And that they never paid any attention to our proposals.

Was that because our proposals were worthless, as they kept “leaking” to the press?

Or was it because our proposals’ substance made it hard for them to admit that the real reason they refused to engage with our sensible, sophisticated proposals was that they only cared about humiliating our government and derailing the negotiations?

I let the readers decide which of the two explanation is more believable.

Yanis Varoufakis

Now that Greece’s Third Memorandum of Understanding has passed (see here for my annotated version), after the SYRIZA government surrendered on 12th July 2015, it is perhaps of interest to compare the ‘Reform Agenda’ in that agreement with the agenda the Ministry of Finance had presented to the institutions on two occasions, in May and June 2015.

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